julho 26, 2011

Resenha | Quando cai o raio - Meg Cabot

Ano de lançamento:2011 Editora: Galera Record
Número de páginas: 272
Nota:  4/5 - MUITO BOM
 
Minha opnião:
Quando cai o raio estava na minha lista para ler (como pode ser visto na lateral do blog) e como eu não queria ler nenhum de romance ou algo assim, e nem queria ler agora o Jogos Vorazes, decidi optar pelo da Meg, já que eu amei Diário da Princesa, Cabeça de Vento, então eu estava meio ansioso pra saber como era esse livro dela...
Bem, esse é o tipo de livro que você poderia ler na praia (eu bem que gostaria de ter feito isso), mas tudo bem eu li ele deitado numa rede e foi bom também.
O livro conta a história de Jessica Mastriani, uma jovem garota de Indiana (uma das cidades que a autora já morou) e é por isso que ela acrescenta alguns fatos para quem não conhece, uns bem engraçados! Ok, Jessica é uma adolescente comum, não é popular, nem tem muitos amigos, apenas Ruth. Ela não é feia nem nada, porém não chama muita a atenção dos garotos, na verdade só a de um em especial, mas essa relação deles tem um impedimento, o que já era esperado num romance gostoso de se ler. Jessica toca flauta e é ótima e é ótima também em arrumar encrencas as quais sempre as levam para a sala do conselheiro da escola e para a detenção todos os dias depois da escola.
Tudo vai bem para ela quando num dia Ruth decidi que ambas devem voltar para casa à pé, para perderem alguns quilinhos e é aí que tudo acontece: uma estranha tempestade se formar, chuva, raios, trovões e ventos fortes as atacam e elas acabam se escondendo nas arquibancadas de metal dos campos da escola... O que não foi de jeito nenhum uma boa ideia, pois Jessica é atingida por um raio que atingiu a arquibancada.
Na hora nada parece estranho, porém no dia seguinte ela acorda sabendo a localização de duas crianças desaparecidas que estavam na caixa de leite (um deles é chará meu). Toda inocente ela liga para o Disque-Desaparecidos e informa a localização deles. E okay, nada acontece, até que no dia seguinte ela acorda novamente com a localização das novas crianças da caixa de leite. Aquilo começa a assustá-la.
E a história não fica só nisso, tem outra trama enquanto a de Jessica se desenrola: o irmão dela, Douglas, é esquizofrênico. Jessica relata algumas de suas crises e no decorrer da história dar pra ver o quanto ela ama ele e se importa, mas ela não pode fazer muito por ele.
Depois de umas três ligações pro Disque-Desaparecidos o FBI entra na história. Como uma garota comum sabe todas essas informações? A coisa complica para Jessica e a vida dela vira de cabeça pra baixo e enquanto isso ela se ver apaixonada por Rob Wilkins, um bad boy motoqueiro, que porém é um "caipira" - o que Ruth e muitas pessoas da sua escola não aceita muito bem, já que são "urbanas". Essa é só uma classificação que a autora criou e deu ao livro aquele clima de real e engraçado para a história, típicos da Meg.
Toda a históra é contada em um relato escrito pela Jessica para os oficiais do FBI e da Base Militar Crane, então você vai ver os pensamentos, sentimentos e coisas típicas da escrita em primeira pessoa no livro. Se você gosta de um livro bom, com um ritmo leve, que às vezes pode ser rápido e frenético, uma história fácil, envolvente e com um toque de realidade, então esse é um livro ótimo para você.

Personagem favorito:
Eu devo dizer que é o Douglas; eu não sei por que, mas ele me cativou. Eu fiquei com tanta pena dele, espero que a Meg desenvolva mais ele ao longo dos outros livros.

Por que eu gostei?
Ele é o tipo de livro que pela capa você não pegaria para ler, mas lendo a sinopse talvez você quisesse ler, assim como eu, mas depois que você pega ele pra ler só vai largar depois do final. Fácil, leve, envolvente. Perfeito para tardes de férias.

Um comentário:

Ana Lourdes S. Pereira disse...

é envolvendo o jeito que você escreve.
Tô querendo agora ler esse livro, só não tenho tempo.
;D